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Arquivo virtual de História, Memória e Patrimônio de Indaiatuba (SP) e região.*

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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Romaria de Indaiatuba - Pirapora 1951 - FILME

Foi publicado hoje no Youtube e divulgado em primeira mão no grupo do Facebook Dinossauros de Indaiá um vídeo da Romaria de Indaiatuba para Pirapora em 1951.

O VHS era de Rubens Bonito e pertence ao acervo familiar de Selma Domingues El Hage, que autorizou o moderador dos "Dinossauros" - Patrick Ribeiro - a fazer a publicação desse excelente referencial da História de Indaiatuba.

São cerca de 20 minutos de filme, onde se vê cavaleiros e ciclistas indo para Pirapora, chegando e assistindo a missa, as paradas no Ponto de Almoço na ida e na volta,  e a chegada em Indaiatuba, à luz de velas carregadas por cada um dos ciclistas que foram até a Matriz Nossa Senhora da Candelária, onde o evento terminou.

Muitos dos "antigos" de Indaiatuba podem ser vistos no registro, entre eles o Prefeito Lauro Bueno e o Padre Antonio Janonni, este último simpaticamente sorrindo no Ponto de Almoço com batina e tudo.

Grande registro desse evento religioso, que ano a ano, desde a década de 1940 acontece todos os meses de julho em nossa Indaiatuba.

O link para assistir é: https://www.youtube.com/watch?v=YkL6b9DuhnU

https://www.youtube.com/watch?v=YkL6b9DuhnU

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Indaiatuba em 1951 - Mapa da rede de Água e Esgoto

Mapa de Indaiatuba em 1951
Rede de Água e Esgoto

Acervo do Arquivo Público do Estado de São Paulo, que incansavelmente disponibiliza seu acervo pela Internet, democratizando as informações e facilitando a vida de pesquisadores.

Se utilizar, CITE A FONTE! 





Mapeamento científico do interior paulista ganha espaço no site do Arquivo Público do Estado de São Paulo 

O mapa deste post
(clique para ampliar) é um dos 1.507 mapas digitalizados que desde o final do ano passado estão disponibilizados no site do Arquivo Público do Estado de São Paulo. O lote que representa uma parte importante da história científica do Estado. Trata-se, em sua grande maioria, de documentos provenientes do acervo cartográfico do Instituto Geográfico e Geológico, órgão do governo estadual que atuou entre 1938 e 1975.

A história do IGG começa em 1886, quando foi fundada a Comissão Geográfica e Geológica, CGG. Na época, considerava-se urgente o reconhecimento das terras a oeste da província, para que a região pudesse ser colonizada e explorada economicamente. O principal objetivo era abrir caminhos para a lavoura de café – durante muitas décadas, o motor da economia brasileira, e seu principal produto de exportação.

Com este objetivo, a CGG realizou diversas expedições, integradas por engenheiros, geólogos, geógrafos e outros cientistas de destaque na época. Essas iniciativas resultaram num valioso legado: a exploração dos principais rios da Província, o levantamento topográfico na escala 1:100 000, o registro fotográfico das viagens e trabalhos de campo, o registro dos dados meteorológicos e climatológicos e os inventários botânicos – dados que hoje fazem parte do patrimônio científico e cultural do povo paulista e brasileiro. 

O Arquivo Público do Estado de São Paulo possui aproximadamente 171 esboços cartográficos de traçados de rios realizados pela Comissão no período de 1860 a 1927, além de 1500 cadernetas de campo com registros de 1886 a 1918.  Uma pequena parte desse acervo está nas novas páginas que chegaram ao site, digitalizadas no âmbito do edital da Fapesp (Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado de São Paulo), vencido pelo Arquivo em 2010.

Mas a maior parte do acervo cartográfico que foi agora para o site do Arquivo consiste nos mapas produzidos pelo Instituto Geográfico e Geológico, órgão sucessor da CGG, fundado em 1938. Nessa época, os objetivos do trabalho de mapeamento já eram diferentes. Uma das finalidades dos mapas do IGG que agora estão no site do Arquivo era a definição de limites e divisas dos municípios e estados, sobre uma base cartográfica levantada de modo rigoroso e preciso, para fins de realização do Censo. Trabalhando em coordenação com os órgãos federais de Cartografia e Geografia (notadamente o IBGE), o IGG editou diversas cartas topográficas na escala 1:50 000. Também lhe competia realizar pesquisas e autorizar lavras minerais no Estado de São Paulo.

Os mapas hoje constituem uma importante fonte de consulta, inclusive para a história dos municípios paulistas. Sua tipologia reflete aspectos os mais diversificados possíveis. Estão disponíveis no site, entre outros, mapas de redes de distribuição elétrica, mapas hidrogeológicos, levantamentos plani-altimétrico, mapas de divisas, mapas de relevo, plantas hidrográficas etc.  O IGG atuou até 1975. Boa parte do seu acervo foi herdada por um novo órgão: o Instituto Geográfico e Cartográfico, IGC, órgão da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Regional do Estado de São Paulo. Os documentos do século XIX encontram-se em situação mais delicada de conservação e tem prioridade na digitalização, porém necessitam de um processo mais profundo de restauro.

Segundo Janaina Yamamoto, diretora do Núcleo de Acervo Cartográfico, o trabalho de digitalização e publicação no site deve prosseguir em 2013, sendo os próximos alvos os croquis e os mapas dos traçados dos rios do Estado de São Paulo (IGC). Por enquanto, os internautas já podem tomar contato com o acervo acumulado e produzido pelo IGC na página http://www.arquivoestado.sp.gov.br/mapas.php.

Fonte: site do Arquivo do Estado.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Documento Iconográfico da Matriz Nossa Senhora da Candelária - 1838

Créditos do texto e pesquisa da imagem: Osvaldinho Crocco

O catolicismo era a religião oficial do Império do Brasil, isto fazia com que construção de igrejas, vencimentos do clero – a côngrua –, entre outros, fossem assuntos a serem tratados pelo Poder Legislativo, tanto no âmbito nacional, como no provincial.

Um conjunto de documentos encaminhado ao Legislativo Paulista pela Câmara Municipal de Itu, em 12 de Janeiro de 1839, acompanhava a solicitação de... recursos para a conclusão da Igreja Matriz da então Freguesia de Indaiatuba.

Uma planta e uma representação do Vigário Encomendado de Indaiatuba, Pedro Dias Paes Leme, datada de 17 de Novembro de 1838, embasavam o pedido de recursos da ordem de seis contos de réis para a construção do corpo da Igreja, cujo altar-mor já se encontrava concluído. 

Abaixo está a reprodução da imagem da planta da igreja Matriz de Indaiatuba, documento iconográfico mais antigo (que temos até agora) da Matriz Nossa Senhora da Candelária.

Clique para ampliar.


terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Enredos de Escolas de Samba de 2013 referem-se a INDAIATUBA

A pedido do prefeito Reinaldo Nogueira, as Escolas de Samba que participaram do Carnaval de rua de 2013 em Indaiatuba, a Imperador de Santa Cruz e a Acadêmicos do Sereno fizeram seus enredos com o tema "Indaiatuba", a primeira com foco no tempo passado e a segunda com foco no tempo presente.

A Imperador de Santa Cruz apresentou o enredo “Indaiatuba, Assim Tudo Começou”. Para abordar o tempo passado, a carnavalesca Márcia Santos optou por iniciar com indígenas e suas influências. Em seguida, carro alegórico e alas trouxeram a estação de trem e a formação da comunidade ao redor da Igreja Matriz. Fechando o enredo vieram o chafariz e o comércio que se desenvolveu, bem como o surgimento do primeiro hospital, entre outros fatos marcantes do nosso passado. 


Locomotiva do Museu da Estação e Matriz Nossa Senhora da Candelária em alegoria da Imperador de Santa Cruz
Patrimônios de nossa História, grandes representantes de nossa Memória, duas escolhas certíssimas para representar nossos demais patrimônios!


Busto da benemérita D. Leonor, que construiu o primeiro hospital de nossa cidade 
em alegoria da Imperador de Santa Cruz.
Homenagem simplesmente indispensável em grande sensibilidade da carnavalesca Márcia Santos

Já a Acadêmicos do Sereno trouxe o enredo “Indaiatuba, Cidade Número Um”, com 480 integrantes em 12 alas. O foco foi a fase atual do município, e para dar conta dessa abordagem o carnavalesco Éder Farias abriu  desfile com um retrato das colônias que mais influenciaram o crescimento da cidade, seguido pelo tema qualidade de vida, com o Parque Ecológico e as práticas saudáveis. Encerrando, vieram o carro das indústrias, molas propulsoras do progresso de Indaiatuba.


Etnias das colônias que trouxeram progresso para nosso município, em alegoria do Sereno
Não podiam faltar!  Pontos para a percepção de Éder Farias!


A ideia do Prefeito Reinaldo aceita pelas Agremiações em dar visibilidade a nossa História - através do ponto de vista dos carnavalescos - através da única festa popular que acontece em nosso município é, sem dúvida, mais uma das formas que temos para valorizar  nosso Patrimônio e nossa Memória. Essa ideia poderia manter-se para os próximos anos, talvez com temas "menores" dentro da própria cronologia da História de nosso município. A contar pela criatividade das Agremiações neste ano, poderíamos continuar a fazer uma leitura alegre e criativa de nossa História.

Direcionar o tema das escolas de samba não foi a única inovação deste ano no Carnaval local, que foi organizado pelo Departamento de Turismo, vinculado à Secretaria Municipal de Esportes. Outra inovação foi a escolha da campeã, feita por enquete no site da prefeitura, onde a população poderá eleger a agremiação que teve o melhor desempenho no desfile, que aconteceu no domingo de Carnaval, na Marginal Esquerda do Parque Ecológico, em frente ao Barco. Os foliões poderão optar até amanhã (quarta-feira)  pela Acadêmicos do Sereno ou pela Imperador de Santa Cruz, as duas escolas inscritas para a competição, em cinco quesitos: Fantasia, Samba Enredo, Bateria, Mestre Sala e Porta Bandeira e Comissão de Frente. 

A forma de escolha de eleger a escola campeã pode desconsiderar critérios técnicos que apenas os jurados especializados possuem competência para perceber, mas em contrapartida pode representar um resultado mais democrático, refletindo a opinião dos foliões que simplesmente vão para a avenida e votarão com o critério "gostei mais" ou "gostei menos", o que no fundo representa o critério mais importante da Festa do Momo: o que me divertiu mais.




Crédito das fotos: Eliandro Figueira
http://eliandrofigueira.com.br
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